28.3.06

Sem muita emoção
Votei! Cumpri meu dever de cidadão israelense, depositando (pasmem, é assim mesmo, sem urna eletrônica nem nada) uma papeleta com o símbolo do partido escolhido em um envelope azul no qual dizia "eleições para o décimo sétimo parlamento". E depositando o envelope azul em uma urna.

Tudo muito tranqüilo e sem emoção. Cheguei apenas com meu documento de identidade, procuraram numa lista o número da sala, fui, não tinha ninguém, entrei, dei o documento de novo, anotaram num papel, entrei na cabininha, fiz o que devia, fechei o envelope, peguei o documento de volta. Pronto. Até achei que tinha feito algo errado!

Na saída (eu estava com o Carlinhos) vimos o correspondente da CNN John Vause na frente da escola onde votamos (se você sintonizar na CNN, vai ver como é o lugar, ele está entrando de quando em quando para dar as notícias). Falando nisso, a RFI está em greve por causa das manifestações em Paris - e então não vou transmitir boletins durante o dia.

Enfim, votei. Pela primeira vez sem ser obrigado a votar!

4 comentários:

Lili disse...

Não consigo imaginar isso no Brasil, pessoas votando sem serem obrigadas.
Será descrença minha? Esperi que sim, espero um dia descobrir que o brasil (e até ue mesma) seja mais politizado do que imagino.
Bjo
Lili

cilene disse...

acho que festa e tecnologia em elecioes so no Brasil...mas disso sai oque ????

Anônimo disse...

A saudade mata a gente, moreno...

Besitos

Nena

Nega disse...

Belo Blog, e belo gosto pela literatura também!

Milan Kundera mostra um lado desconhecido da Literatura Russa.