
E desanda a falar. Não comigo, mas com um personagem da imaginação dela. Nem olha na minha direção, e provavelmente ignora a minha presença, ali bem ao lado. Olho e presto atenção no monólogo. É muito real para parecer teatro. É real. Ela diz que "seja o que D-s quiser", que "vou arrumar trabalho" e que "ninguém bota a mão em mim". Coisas assim...
De repente, de novo, começa a andar. E o sinal fica verde.
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