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Escrevo de tachana mercazit (estacao central) de Jerusalem, sem acentos, apenas para contar da mudanca de planos para o Reveillon. Vou ficar por aqui, vai rolar uma festa no encontro de estudantes que estou acompanhando -mais de mil estudantes de todo o mundo, muita gente do Brasil...
O Egito fica pra depois, a ideia nao morre aqui!
A capital israelense estah fria e linda como sempre. Ontem a noite fui ao Kotel, o Muro das Lamentacoes, pela primeira vez desde que cheguei. Desde que estive ali pela primeira vez, em primeiro de maio do ano passado, nunca tinha visto o Kotel com tanta gente. E era tarde, ja! Passava das dez da noite...!
Hoje encontrei a Denise, a Dani Katz e a Fabi Press, que estao "internadas" em um programa do Binyan Olam... Engracado ve-las em saias compridas, "disfarcadas" de religiosas!
Pequenos (grandes) prazeres -série gastronomia
Shwarma na lafa, encontrada por alguns bons trocados em qualquer boteco ou nos melhores restaurantes israelenses. Eh uma verdadeira refeicao, alem de ser deliciosa. Mais uma das coisas que so em Israel se pode experimentar!
Feliz 2004! Boas entradas!!!
Baseado em fatos reais...
Diretamente de 31.78/35.22, mais conhecida como Jerusalém, escrevo para quem quiser ler - um pouco da vida e do dia-a-dia de um sujeito perdido em Israel.
31.12.03
30.12.03
Life must go on
Estive ontem, de novo, em Raanana. Fui com duas amigas, a Nanu e a Betina, à salsa. Havia lá cerca de 100 pessoas, a maioria israelenses, aprendendo e praticando a dança latina, com muita graça -e, temos que contar, regados a doses de tequila!
Toda vez que me deparo com situações assim, em que jovens israelenses se divertem, dão risada, curtem a vida etc, fico contente. É uma sensação de que, apesar de todas as adversidades que enfrentam, e mesmo em meio a uma guerra, eles colocam em prática a máxima "the show must go on"!!!
Fotos no álbum!
Estive ontem, de novo, em Raanana. Fui com duas amigas, a Nanu e a Betina, à salsa. Havia lá cerca de 100 pessoas, a maioria israelenses, aprendendo e praticando a dança latina, com muita graça -e, temos que contar, regados a doses de tequila!
Toda vez que me deparo com situações assim, em que jovens israelenses se divertem, dão risada, curtem a vida etc, fico contente. É uma sensação de que, apesar de todas as adversidades que enfrentam, e mesmo em meio a uma guerra, eles colocam em prática a máxima "the show must go on"!!!
Fotos no álbum!
29.12.03
Pequenos prazeres -série gastronomia
Esse é da lista dos produtos israelenses que qualquer pessoa tem que consumir para que sua viagem a Israel seja realmente completa: leite com banana pronto para beber da Tnuva. Uma alternativa é o leite com banana batido na hora no Yotvata, restaurante do kibutz homônimo que pode ser encontrado em qualquer cidade israelense -destaque para o de Tel Aviv, que inclui uma vista maravilhosa da taielet (calçadão da praia). Coisas que simplesmente não podem não ser provadas em terra israelense!
Esse é da lista dos produtos israelenses que qualquer pessoa tem que consumir para que sua viagem a Israel seja realmente completa: leite com banana pronto para beber da Tnuva. Uma alternativa é o leite com banana batido na hora no Yotvata, restaurante do kibutz homônimo que pode ser encontrado em qualquer cidade israelense -destaque para o de Tel Aviv, que inclui uma vista maravilhosa da taielet (calçadão da praia). Coisas que simplesmente não podem não ser provadas em terra israelense!
28.12.03
Volta pela capital
Estive hoje em Jerusalém, tentando renovar a minha carteira de imprensa. Não consegui graças à tecnologia...! É que o sistema do correio, onde fui pagar a taxa, caiu, e não pudemos (o Nahum e eu) terminar o processo... Tem coisas que só a tecnologia faz por você... Melhor: depois de amanhã eu terei que voltar pra Jerusalém especialmente pra fazer isso! E bom também porque comemos bagels (Holy Bagels!) maravilhosos perto da rechov Yaffo, no centro!
Do Ha'aretz, hoje:
IRAN ESTIMATES: OVER 20,000 PERISHED IN EARTHQUAKE.
(?). Iran: we will take aid from everyone - except Israel.
Que morram, então. Idiotas...
UPDATE
Andei pensando e reconheço que a população nada tem a ver com isso. É uma pena que vivam sob um regime tão burro e ditatorial e que precisem ver negada a ajuda que Israel ofereceu -e sempre oferece, em casos de catástrofes como a que assolou o Irã. Por isso, retiro o que disse sobre a população, mas mantenho o "idiotas", para o governo iraniano...
Estive hoje em Jerusalém, tentando renovar a minha carteira de imprensa. Não consegui graças à tecnologia...! É que o sistema do correio, onde fui pagar a taxa, caiu, e não pudemos (o Nahum e eu) terminar o processo... Tem coisas que só a tecnologia faz por você... Melhor: depois de amanhã eu terei que voltar pra Jerusalém especialmente pra fazer isso! E bom também porque comemos bagels (Holy Bagels!) maravilhosos perto da rechov Yaffo, no centro!
Do Ha'aretz, hoje:
IRAN ESTIMATES: OVER 20,000 PERISHED IN EARTHQUAKE.
(?). Iran: we will take aid from everyone - except Israel.
UPDATE
Andei pensando e reconheço que a população nada tem a ver com isso. É uma pena que vivam sob um regime tão burro e ditatorial e que precisem ver negada a ajuda que Israel ofereceu -e sempre oferece, em casos de catástrofes como a que assolou o Irã. Por isso, retiro o que disse sobre a população, mas mantenho o "idiotas", para o governo iraniano...
A vida imita a arte que imita a vida
Tenho o costume de querer reproduzir as coisas a que assisto na telona. Antes de vir a Israel vi "Coisas belas e sujas", filme inglês sobre a realidade de imigrantes ilegais tentando sobreviver em Londres. Em Tel Aviv a coisa é igual. Números oficiais dão conta de 200 mil imigrantes sem papelada, mas há quem fale em meio milhão.
Conheci aqui em Ramat Aviv, há mais de um ano, o nigeriano Tony, que já voltou para seu país, depois de fazer algum dinheiro por aqui. Ele fazia a limpeza da casa do Nahum, uma vez por semana, e provavelmente de outras muitas. Tipo simpático, com um sorriso fácil e freqüente, bem-humorado e que arriscava palavras em hebraico. Disfarçava bem o que devia ser o sofrimento de um imigrante ilegal.
Quando, há alguns meses, ocorreu um atentado na estação central de Tel Aviv, no qual morreram mais imigrantes ilegais do que cidadãos israelenses, ficamos preocupados com ele. D-s, o nosso ou o dele, o protegeu e trouxe boas notícias: ele estava bem longe dali na hora da explosão da bomba que um terrorista palestino levava atada ao seu corpo.
Hoje conheci a peruana Juanita, que ocupa o lugar deixado pelo Tony. Ela fala quechúa, e até me ensinou uma palavra no idioma inca: "gracias", igual ao espanhol. Moça (ela certamente adoraria ser chamada assim) doce, explicou que o idioma dela tem mais doçura do que o espanhol. Talvez quando pronunciada por ela, não sei... Juanita vive há oito anos como ilegal em Israel, e ainda não sabe hebraico.
Assim é a vida. Os países têm crises, seus cidadãos buscam um lugar ao sol fora dali. E encontram certamente qualquer coisa que não merece ser chamada de lugar ao sol. Mas com jogo de cintura e bom humor, enfrentam as dificuldades -seja com um largo e simpático sorriso num rosto quase azul de tão negro, seja com aulas rápidas do idioma doce falado na América Central.
Tenho o costume de querer reproduzir as coisas a que assisto na telona. Antes de vir a Israel vi "Coisas belas e sujas", filme inglês sobre a realidade de imigrantes ilegais tentando sobreviver em Londres. Em Tel Aviv a coisa é igual. Números oficiais dão conta de 200 mil imigrantes sem papelada, mas há quem fale em meio milhão.
Conheci aqui em Ramat Aviv, há mais de um ano, o nigeriano Tony, que já voltou para seu país, depois de fazer algum dinheiro por aqui. Ele fazia a limpeza da casa do Nahum, uma vez por semana, e provavelmente de outras muitas. Tipo simpático, com um sorriso fácil e freqüente, bem-humorado e que arriscava palavras em hebraico. Disfarçava bem o que devia ser o sofrimento de um imigrante ilegal.
Quando, há alguns meses, ocorreu um atentado na estação central de Tel Aviv, no qual morreram mais imigrantes ilegais do que cidadãos israelenses, ficamos preocupados com ele. D-s, o nosso ou o dele, o protegeu e trouxe boas notícias: ele estava bem longe dali na hora da explosão da bomba que um terrorista palestino levava atada ao seu corpo.
Hoje conheci a peruana Juanita, que ocupa o lugar deixado pelo Tony. Ela fala quechúa, e até me ensinou uma palavra no idioma inca: "gracias", igual ao espanhol. Moça (ela certamente adoraria ser chamada assim) doce, explicou que o idioma dela tem mais doçura do que o espanhol. Talvez quando pronunciada por ela, não sei... Juanita vive há oito anos como ilegal em Israel, e ainda não sabe hebraico.
Assim é a vida. Os países têm crises, seus cidadãos buscam um lugar ao sol fora dali. E encontram certamente qualquer coisa que não merece ser chamada de lugar ao sol. Mas com jogo de cintura e bom humor, enfrentam as dificuldades -seja com um largo e simpático sorriso num rosto quase azul de tão negro, seja com aulas rápidas do idioma doce falado na América Central.
Já tenho acentos (nota-se, não?!)
Blog de jornalista
Muito se fala sobre a utilidade dos blogs para os jornalistas, que teriam neles o meio de contar o outro lado da notícia, aquele que raramente é publicado nos veículos para os quais os arautos trabalham. Sou jornalista e tenho esse blog, mas raramente o utilizo com essa finalidade...
Contudo, aqui de Israel, trabalhando como correspondente para três revistas brasileiras, vou acabar fazendo isso. Uma das primeiras observações que eu já fiz foi a de que embora eu não goste de fazer TV, reconheço que seria muito mais fácil cumprir o objetivo de algumas das minhas matérias com um microfone e uma câmera na mão...
Estive anteontem à noite, como as fotos denunciam, na "balada" israelense típica. Estava em Raanana, cidade perto de Tel Aviv, com argentinos que vieram para cá há 3, 4, 5 anos. A cidade é basicamente formada por imigrantes. Mesmo assim, todos (especialmente os jovens que vi) adotam o israeli way of life!
E em conversês com minhas amigas argentinas, a maioria delas querendo voltar para lá, para "casa" (tanto que seus quartos são verdadeiros santuários de adoração do país de origem), pude entender alguns dos sentimentos de quem vive constantemente com a idéia de que um ônibus pode explodir ou com alguma memória de alguém que foi vítima (morto ou ferido) de algum atentado terrorista.
As coisas não são fáceis por aqui. E não estão fáceis, ultimamente, com a crise que tem assolado a economia do país. Mesmo assim, sobrevive-se e vai-se normalmente à balada.
Pequenos prazeres -série gastronomia
Twizzlers Licorice Bits, fabricados nos EUA e vendidos em qualquer supermercado israelense...
Blog de jornalista
Muito se fala sobre a utilidade dos blogs para os jornalistas, que teriam neles o meio de contar o outro lado da notícia, aquele que raramente é publicado nos veículos para os quais os arautos trabalham. Sou jornalista e tenho esse blog, mas raramente o utilizo com essa finalidade...
Contudo, aqui de Israel, trabalhando como correspondente para três revistas brasileiras, vou acabar fazendo isso. Uma das primeiras observações que eu já fiz foi a de que embora eu não goste de fazer TV, reconheço que seria muito mais fácil cumprir o objetivo de algumas das minhas matérias com um microfone e uma câmera na mão...
Estive anteontem à noite, como as fotos denunciam, na "balada" israelense típica. Estava em Raanana, cidade perto de Tel Aviv, com argentinos que vieram para cá há 3, 4, 5 anos. A cidade é basicamente formada por imigrantes. Mesmo assim, todos (especialmente os jovens que vi) adotam o israeli way of life!
E em conversês com minhas amigas argentinas, a maioria delas querendo voltar para lá, para "casa" (tanto que seus quartos são verdadeiros santuários de adoração do país de origem), pude entender alguns dos sentimentos de quem vive constantemente com a idéia de que um ônibus pode explodir ou com alguma memória de alguém que foi vítima (morto ou ferido) de algum atentado terrorista.
As coisas não são fáceis por aqui. E não estão fáceis, ultimamente, com a crise que tem assolado a economia do país. Mesmo assim, sobrevive-se e vai-se normalmente à balada.
Pequenos prazeres -série gastronomia
Twizzlers Licorice Bits, fabricados nos EUA e vendidos em qualquer supermercado israelense...
27.12.03
26.12.03
Shabat, o primeiro
Estou em Raanana, perto de Tel Aviv, na casa de uma das leitoras mais assiduas do 23ª idade..., a Betina!!! Daqui a pouco vamos a uma festa... Eh o primeiro Shabat dessa minha volta a Israel. Como fiquei dormindo o dia todo, porque cheguei acabado ontem, perdi o horario pra poder ir a Jerusalem (no Shabat tudo fecha e os onibus param de circular!)... Fico por aqui, entao! E ja vou a uma festa!
Shabat Shalom!
Nao tenho acentos. Nota-se, nao?!
Estou em Raanana, perto de Tel Aviv, na casa de uma das leitoras mais assiduas do 23ª idade..., a Betina!!! Daqui a pouco vamos a uma festa... Eh o primeiro Shabat dessa minha volta a Israel. Como fiquei dormindo o dia todo, porque cheguei acabado ontem, perdi o horario pra poder ir a Jerusalem (no Shabat tudo fecha e os onibus param de circular!)... Fico por aqui, entao! E ja vou a uma festa!
Shabat Shalom!
Nao tenho acentos. Nota-se, nao?!
25.12.03
Da chanukiá à televisão
Cheguei em Israel. Mal tínhamos nos reunido (Nahum e a cunhada, Iossi, as crianças e eu) ao redor da chanukiá, para o acendimento das sete velas por ocasião do sétimo dia de Chanuká (e eu fiz o acendimento de uma das chanukiot) e corremos para a televisão: depois de tanto tempo de calmaria, acaba de acontecer um pigua, um atentado, com pelo menos três mortos e inúmeros feridos.
É, eu cheguei em Israel.
Cheguei em Israel. Mal tínhamos nos reunido (Nahum e a cunhada, Iossi, as crianças e eu) ao redor da chanukiá, para o acendimento das sete velas por ocasião do sétimo dia de Chanuká (e eu fiz o acendimento de uma das chanukiot) e corremos para a televisão: depois de tanto tempo de calmaria, acaba de acontecer um pigua, um atentado, com pelo menos três mortos e inúmeros feridos.
É, eu cheguei em Israel.
24.12.03
Insônia de véspera
São quatro horas da madrugada. Viajo dentro de mais algumas horas. Mas não consigo dormir. É essa ansiedade, esse incômodo pela sensação de poder estar esquecendo algo importante... Mas eu já olhei mil vezes minha mochila, já conferi tudo.
Então fui fuçar na outra "mochila", a que tem uma bagagem muito especial: seis meses em Israel, seis meses de relatos emocionados, tristes, empolgados, de narrativas sobre o que eu descobri naquele país.
Vivi em Israel os melhores e mais intensos meses da minha vida. Não consigo ter dúvida disso. Daqui a pouco estarei voltando pra lá. Não consigo dormir por causa disso. Vou voltar a fuçar na "mochila" e me entreter com os relatos!
Iris (Goo Goo Dolls Lyrics)
And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
'Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
São quatro horas da madrugada. Viajo dentro de mais algumas horas. Mas não consigo dormir. É essa ansiedade, esse incômodo pela sensação de poder estar esquecendo algo importante... Mas eu já olhei mil vezes minha mochila, já conferi tudo.
Então fui fuçar na outra "mochila", a que tem uma bagagem muito especial: seis meses em Israel, seis meses de relatos emocionados, tristes, empolgados, de narrativas sobre o que eu descobri naquele país.
Vivi em Israel os melhores e mais intensos meses da minha vida. Não consigo ter dúvida disso. Daqui a pouco estarei voltando pra lá. Não consigo dormir por causa disso. Vou voltar a fuçar na "mochila" e me entreter com os relatos!
Iris (Goo Goo Dolls Lyrics)
And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
'Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
Partiu
Esse provavelmente é meu último post antes de embarcar (falo como se eu fosse de barco...!) para Israel, em (bem) menos de 24 horas! Na verdade, faltam exatas quinze horas para o avião decolar em direção a Frankfurt e de lá para Tel Aviv. Não vejo a hora de chegar...!
As malas já estão prontas, pelo menos 85% dos itens da minha lista de "coisas para fazer antes de viajar" já estão feitas, passaporte e passagem já estão checados... Mas a sensação de frio na barriga e de ansiedade é a mesma que sinto sempre que vou pra Israel...
Bom, desde já, um feliz Natal, um 2004 maravilhoso e boas festas! Não se esqueçam de acompanhar meu blog, meus emails (clicando abaixo!) e as minhas fotos, no flog novo!!
EM ISRAEL

É isso aí! Próximo post só de terras asiáticas...!
23.12.03
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