Ponto de interrogação
Tem coisas que eu definitivamente não entendo. Mas sinceramente prefiro deixar assim, sem entender, sem poder explicar. Dá menos trabalho. E nem é assim tão importante, pra falar a verdade...
Baseado em fatos reais...
Diretamente de 31.78/35.22, mais conhecida como Jerusalém, escrevo para quem quiser ler - um pouco da vida e do dia-a-dia de um sujeito perdido em Israel.
23.12.03
Descobertas
Passei os últimos dias com a minha irmã, que tem me ajudado em coisas que vão desde fazer a mala para a viagem até entender as pessoas (não que tenhamos conseguido...)! Temos muitas diferenças, como todos os irmãos, mas nos descobrimos grandes amigos! E em uma semana tivemos papos filosóficos, contamos coisas que nunca soubemos um do outro, pensamos em como sair do aperto em que nos encontramos... Baixinha, se cuida! Já estou morrendo de saudade de você e dessa semana que passamos juntos (se bem que amanhã tem mais, né?!). Sou um sortudo por ter os irmãos que tenho!
22.12.03
21.12.03
Ainda o no mínimo

Também na edição desta semana (se é que existe isso na internet, onde as coisas se renovam na hora que se quer, onde "fechamento" é palavra morta), está um texto do Arthur Dapieve sobre o ensaio (e o outro ensaio) da Luciana Vendramini para a Playboy.
Assim como ele, eu não resisti quando soube do novo ensaio, anos depois daquele primeiro, cujo pôster amarelou um pedaço da parede do meu quarto quando eu tinha meus 14 anos. Assim como o Dapieve, em O sinal sob o seio esquerdo, eu fiquei com a nostálgica e melancólica impressão de que a ninfeta que eu também venerava já não é a mesma.
E não é a mesma não só porque quinze anos se passaram. Mas porque, como escreveu o articulista, "Luciana envelheceu. E este verbo não possui somente implicações físicas". Como disse Dapieve, "Surpreendente foi a transformação em seu rosto. Repito: ela continua linda, apesar de não ser mais a mesma pessoa. As feições se apagaram, os olhos escureceram".
Mesmo assim o ensaio vale a pena, como ele também reitera. E deverá valer a pena em dezembro de 2018, com a Luciana quarentona. E bem como o novo ensaio, que merece um passeio pelas páginas da Playboy 341, o texto de Dapieve vale a leitura. Mesmo que ele tenha errado o lado do sinal -fica sob o seio direito!
Também na edição desta semana (se é que existe isso na internet, onde as coisas se renovam na hora que se quer, onde "fechamento" é palavra morta), está um texto do Arthur Dapieve sobre o ensaio (e o outro ensaio) da Luciana Vendramini para a Playboy.
Assim como ele, eu não resisti quando soube do novo ensaio, anos depois daquele primeiro, cujo pôster amarelou um pedaço da parede do meu quarto quando eu tinha meus 14 anos. Assim como o Dapieve, em O sinal sob o seio esquerdo, eu fiquei com a nostálgica e melancólica impressão de que a ninfeta que eu também venerava já não é a mesma.
E não é a mesma não só porque quinze anos se passaram. Mas porque, como escreveu o articulista, "Luciana envelheceu. E este verbo não possui somente implicações físicas". Como disse Dapieve, "Surpreendente foi a transformação em seu rosto. Repito: ela continua linda, apesar de não ser mais a mesma pessoa. As feições se apagaram, os olhos escureceram".
Mesmo assim o ensaio vale a pena, como ele também reitera. E deverá valer a pena em dezembro de 2018, com a Luciana quarentona. E bem como o novo ensaio, que merece um passeio pelas páginas da Playboy 341, o texto de Dapieve vale a leitura. Mesmo que ele tenha errado o lado do sinal -fica sob o seio direito!
No mínimo, o máximo
É excelente o conteúdo do site no mínimo, apesar de alguns colunistas que deixam a desejar em seus julgamentos sobre assuntos que desconhecem, como o Mario Sergio Conti, que escreve de Paris -e que recebeu lá, na capital francesa, um email meu que nunca respondeu, com críticas...
Essa semana, contudo, ele pousou em São Paulo e escreveu um texto bastante interessante sobre essa cidade caótica que, nas palavras dele, com as quais sou obrigado a concordar, nesse caso, "continuará sua marcha frenética rumo a si mesma". O artigo do autor de bobagens publicadas outrora chama-se Passeio paulistano. E vale a visita. A leitura, isso.
É excelente o conteúdo do site no mínimo, apesar de alguns colunistas que deixam a desejar em seus julgamentos sobre assuntos que desconhecem, como o Mario Sergio Conti, que escreve de Paris -e que recebeu lá, na capital francesa, um email meu que nunca respondeu, com críticas...
Essa semana, contudo, ele pousou em São Paulo e escreveu um texto bastante interessante sobre essa cidade caótica que, nas palavras dele, com as quais sou obrigado a concordar, nesse caso, "continuará sua marcha frenética rumo a si mesma". O artigo do autor de bobagens publicadas outrora chama-se Passeio paulistano. E vale a visita. A leitura, isso.
Balagan significa confusão, "quilombo"
Acabo de voltar do Balagan, um bar na Vila Madalena que já foi legal, onde se podia fumar narguila, escutar músicas diferentes das tradicionais bate-estaca e bater papo com os amigos. Virou um lugar feio e cheio de gente se esbarrando. Além disso, a narguila, que era a atração da casa, tem que ser disputada (só tem uma, mesmo...) por todos os clientes...
Mesmo assim, estava entre amigos queridos, em uma espécie de despedida improvisada de última hora: a Sof, do México, que passou três dias no caos de Sampa, meus primos ("brimos") Michel e Sabrina, e a minha irmã Adriana, com o namorado Jean e duas amigas, uma delas a Pow, que morou com ela na Austrália!
De vez em quando basta estar cercado de pessoas queridas para o programa ser redondo! Da próxima vez eu levo a minha narguila!
Acabo de voltar do Balagan, um bar na Vila Madalena que já foi legal, onde se podia fumar narguila, escutar músicas diferentes das tradicionais bate-estaca e bater papo com os amigos. Virou um lugar feio e cheio de gente se esbarrando. Além disso, a narguila, que era a atração da casa, tem que ser disputada (só tem uma, mesmo...) por todos os clientes...
Mesmo assim, estava entre amigos queridos, em uma espécie de despedida improvisada de última hora: a Sof, do México, que passou três dias no caos de Sampa, meus primos ("brimos") Michel e Sabrina, e a minha irmã Adriana, com o namorado Jean e duas amigas, uma delas a Pow, que morou com ela na Austrália!
De vez em quando basta estar cercado de pessoas queridas para o programa ser redondo! Da próxima vez eu levo a minha narguila!
20.12.03
19.12.03

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receber as minhas notícias enquanto eu estiver por lá!
(Mas o blog continuará sendo atualizado!)
We wish you...
Já que eu estou indo pro inverno, esse é o meu cartão de fim de ano! O meu reveillon certamente será ótimo! Espero sinceramente que todos os leitores do blog, assíduos ou eventuais, e suas famílias, tenham uma passagem excelente e um ano novo com tudo aquilo que vocês desejam e muito mais!
Shabat Shalom, também!
Já que eu estou indo pro inverno, esse é o meu cartão de fim de ano! O meu reveillon certamente será ótimo! Espero sinceramente que todos os leitores do blog, assíduos ou eventuais, e suas famílias, tenham uma passagem excelente e um ano novo com tudo aquilo que vocês desejam e muito mais!
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Aqui toca Sade, do disco Lovers Rock. Vai ser a trilha do meu sono de hoje! Já está (já passou?!) na hora de dormir...!
Incrível como sempre fazemos as coisas parecerem mais dramáticas ou mais intensas ou mais apaixonantes ou mais passionais ou mais doidas ou mais tristes ou mais promissoras ou mais etc do que são...