
Baseado em fatos reais...
Diretamente de 31.78/35.22, mais conhecida como Jerusalém, escrevo para quem quiser ler - um pouco da vida e do dia-a-dia de um sujeito perdido em Israel.
9.12.03
Quentinhas
Mais um serviço que agora o 23ª idade... disponibiliza: as últimas notícias do Oriente Médio, atualizadas segundo-a-segundo (+)!
Mais um serviço que agora o 23ª idade... disponibiliza: as últimas notícias do Oriente Médio, atualizadas segundo-a-segundo (+)!
8.12.03
Palácio ou favela?!
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou no Cairo às 12h55 (8h55, hora de Brasília), com uma hora de atraso em relação a seu programa de visita ao Egito. Do aeroporto, ele seguiu diretamente para o Palácio presidencial de Heliópolis, onde manteve um encontro privado com o presidente Hosni Mubarak... (daqui).
A notícia não é essa, claro. Conta que o Lula disse que o Brasil "quer ajudar na paz do Oriente Médio"... Arrã... E eu acredito em Papai Noel e no Coelhinho da Páscoa! Como bem disse a Larissa Grau, em Longa vida ao ditador (na Aleinu), "o PT, historicamente, vem estabelecendo laços com políticos de conduta democrática questionável, porém, em sua mais recente viagem, dentre tantas outras, desta vez ao Oriente Médio, o nosso presidente foi além do que deveria ser a fronteira do tolerável para os homens de bom senso".
E alguém precisa dizer pro Estadão, ou pra Denise Chrispim Marin, que Palestina (ainda) não existe...!
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou no Cairo às 12h55 (8h55, hora de Brasília), com uma hora de atraso em relação a seu programa de visita ao Egito. Do aeroporto, ele seguiu diretamente para o Palácio presidencial de Heliópolis, onde manteve um encontro privado com o presidente Hosni Mubarak... (daqui).
A notícia não é essa, claro. Conta que o Lula disse que o Brasil "quer ajudar na paz do Oriente Médio"... Arrã... E eu acredito em Papai Noel e no Coelhinho da Páscoa! Como bem disse a Larissa Grau, em Longa vida ao ditador (na Aleinu), "o PT, historicamente, vem estabelecendo laços com políticos de conduta democrática questionável, porém, em sua mais recente viagem, dentre tantas outras, desta vez ao Oriente Médio, o nosso presidente foi além do que deveria ser a fronteira do tolerável para os homens de bom senso".
E alguém precisa dizer pro Estadão, ou pra Denise Chrispim Marin, que Palestina (ainda) não existe...!
Família é, família ah, família...
A família é o primeiro grupo social de
contato do ser humano. É a base da
sociedade, geralmente iniciada pelo
matrimônio e formada por pais e filhos.
Os valores permanentes que concorrem
para a existência da família são: amor
recíproco, confiança, cooperação,
respeito, compreensão e tolerância. No
entanto, o amor é o componente
principal que dá vida à família e firma o
laço de união entre os seus membros.
Hoje é o dia nacional da família...!
A família é o primeiro grupo social de
contato do ser humano. É a base da
sociedade, geralmente iniciada pelo
matrimônio e formada por pais e filhos.
Os valores permanentes que concorrem
para a existência da família são: amor
recíproco, confiança, cooperação,
respeito, compreensão e tolerância. No
entanto, o amor é o componente
principal que dá vida à família e firma o
laço de união entre os seus membros.
Hoje é o dia nacional da família...!
Água-com-açúcar
Li no blog da Camila, outro dia, sobre os amigos que ela ganhou através da internet, das linhas deliciosas que ela escreve no Cirilo, o blog de quem só quis dizer...! E de repente me dou conta de que afinal também conheci muita gente nesse ano-e-pouco do 23ª, meu brinquedo de todos os dias! Como diz a Ca (posso plagiar, Ca?!), não sou chegado a viadagens, mas conheci muita gente especial por esse blog, gente tão próxima como vizinhos de bairro e tão distante que está espalhada pelo mundo todo! That's what it's all about!
Li no blog da Camila, outro dia, sobre os amigos que ela ganhou através da internet, das linhas deliciosas que ela escreve no Cirilo, o blog de quem só quis dizer...! E de repente me dou conta de que afinal também conheci muita gente nesse ano-e-pouco do 23ª, meu brinquedo de todos os dias! Como diz a Ca (posso plagiar, Ca?!), não sou chegado a viadagens, mas conheci muita gente especial por esse blog, gente tão próxima como vizinhos de bairro e tão distante que está espalhada pelo mundo todo! That's what it's all about!
7.12.03
Vestibular
25 COISAS QUE VOCÊ DEVERIA SABER ANTES DE ENTRAR NA FACULDADE
1 - Não importa o quão tarde ou o quão cedo é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela.
2 - Você vai mudar completamente e nem vai notar.
3 - Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes.
4 - Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas!
5 - Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade.
6 - Cada relógio no prédio mostra um horário diferente.
7 - Se você era inteligente no colegial... azar o seu!
8 - Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular; você vai às festas da faculdade, mesmo que elas sejam na noite anterior à prova final.
9 - Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova.
10 - Você pode não saber nada da matéria e tirar dez na prova.
11 - A sua casa é um ótimo lugar para se visitar.
12 - A maior parte da sua educação é adquirida fora das aulas.
13 - Se você nunca bebeu, vai beber.
14 - Se você nunca fumou, vai fumar.
15 - Se você nunca transou, vai transar.
16 - Se você não fizer nada disso durante a faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que faça uma nova faculdade.
17 - Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas.
18 - Psicologia é, na verdade, Biologia.
19 - Biologia é, na verdade, Química. Química é, na verdade, Física. Física é Matemática.
20 - Ou seja, mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada.
21 - Sentir depressão, solidão e tristeza não são frescuras de quem não tem o que fazer.
22 - Você sempre vai prometer que no próximo bimestre vai estudar mais, festejar menos, mas sempre acontecerá o contrário.
23 - As únicas coisas que compensam a faculdade são os amigos que você fará lá.
24 - Não verá a hora de terminar a faculdade.
25 - E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.
25 COISAS QUE VOCÊ DEVERIA SABER ANTES DE ENTRAR NA FACULDADE
1 - Não importa o quão tarde ou o quão cedo é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela.
2 - Você vai mudar completamente e nem vai notar.
3 - Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes.
4 - Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas!
5 - Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade.
6 - Cada relógio no prédio mostra um horário diferente.
7 - Se você era inteligente no colegial... azar o seu!
8 - Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular; você vai às festas da faculdade, mesmo que elas sejam na noite anterior à prova final.
9 - Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova.
10 - Você pode não saber nada da matéria e tirar dez na prova.
11 - A sua casa é um ótimo lugar para se visitar.
12 - A maior parte da sua educação é adquirida fora das aulas.
13 - Se você nunca bebeu, vai beber.
14 - Se você nunca fumou, vai fumar.
15 - Se você nunca transou, vai transar.
16 - Se você não fizer nada disso durante a faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que faça uma nova faculdade.
17 - Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas.
18 - Psicologia é, na verdade, Biologia.
19 - Biologia é, na verdade, Química. Química é, na verdade, Física. Física é Matemática.
20 - Ou seja, mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada.
21 - Sentir depressão, solidão e tristeza não são frescuras de quem não tem o que fazer.
22 - Você sempre vai prometer que no próximo bimestre vai estudar mais, festejar menos, mas sempre acontecerá o contrário.
23 - As únicas coisas que compensam a faculdade são os amigos que você fará lá.
24 - Não verá a hora de terminar a faculdade.
25 - E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.
Mix
Meigo o filme Simplesmente amor. Meigo, sim, mas muito... "filme"!!! Gosto de coisas reais. Fico, por isso, com Albergue espanhol. E recomendo, de novo e insistentemente, para quem ainda não viu!
Amanhã (hoje, domingo!) estarei cobrindo a 3ª Corrida da Shalom, "a corrida pela paz". Vai começar às 9h (ninguém merece...!) na USP. Quero só ver se eu vou acordar...!
Saiba como não perder seu emprego por causa do seu blog aqui. Se alguém achar dicas de como recuperar ou conseguir emprego com ajuda do blog, me conta, ok?!
Elvis é tudo de bom... É ou não é?! Foi a minha trilha musical de hoje...
Meigo o filme Simplesmente amor. Meigo, sim, mas muito... "filme"!!! Gosto de coisas reais. Fico, por isso, com Albergue espanhol. E recomendo, de novo e insistentemente, para quem ainda não viu!
Amanhã (hoje, domingo!) estarei cobrindo a 3ª Corrida da Shalom, "a corrida pela paz". Vai começar às 9h (ninguém merece...!) na USP. Quero só ver se eu vou acordar...!
Saiba como não perder seu emprego por causa do seu blog aqui. Se alguém achar dicas de como recuperar ou conseguir emprego com ajuda do blog, me conta, ok?!
Elvis é tudo de bom... É ou não é?! Foi a minha trilha musical de hoje...
6.12.03
5.12.03
4.12.03
Em resumo
Tem uma tristeza surda aqui dentro. Uma vontade de cair na cama e chorar até a mágoa passar. Fico muito, muito triste quando as pessoas agem injusta e cruelmente comigo. Muito mais triste do que deveria. Muito mais triste do que fica qualquer pessoa adulta. Só não sei o que fazer para deixar de ser assim.
(Roubado (e adaptado a partir de original) da Camila. Tô passado demais pra ainda por cima ficar criando... Me desculpa, Cá?!)
Tem uma tristeza surda aqui dentro. Uma vontade de cair na cama e chorar até a mágoa passar. Fico muito, muito triste quando as pessoas agem injusta e cruelmente comigo. Muito mais triste do que deveria. Muito mais triste do que fica qualquer pessoa adulta. Só não sei o que fazer para deixar de ser assim.
(Roubado (e adaptado a partir de original) da Camila. Tô passado demais pra ainda por cima ficar criando... Me desculpa, Cá?!)
Como vemos o mundo
Tá, eu não morri. Mas cheguei perto, como em um daqueles mergulhos profundos em nós mesmos, na nossa essência, no nosso espírito, nas nossas piores condições. Não morri, mas estive triste, magoado. As coisas pareceram ruins demais. Fiquei sem esperança, decepcionado, frustrado. Deixei de acreditar em pessoas e instituições, me distanciei das coisas. Foi um espécie de coma rápido. E, enquanto via meu corpo ali, deitado, inerte, Einstein veio me falar. E me disse assim (*):
"Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, em me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas.
E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida -corpo e alma- integralmente tributária do trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada justifica a não ser pela violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito.
Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei impressionado pela máxima de Schopenhauer: "O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode querer o que quer"; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me tranqüiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim ou aos outros, a sério demais. Vejo então o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. E no entanto, como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos. Porque jamais considerei o prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a instintos de grupo.
Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e se não me obstino incansavelmente em perseguir este ideal eternamente inacessível na arte e na ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava.
Tenho forte amor pela justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso perdi algo da ingenuidade ou da inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais me firmo uma opinião, um hábito ou um julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente."
Falou e foi embora. E eu acordei. E pensei em tudo. E vi que, na verdade, não tinha morrido, mesmo. Só tinha ficado um pouco louco.
(*) trecho do livro Como vejo o mundo, de Albert Einstein, 17ª edição, capítulo 1, 'Como vejo o mundo'. Livro que eu encontrei e comecei a ler quando estava "em coma".
Tá, eu não morri. Mas cheguei perto, como em um daqueles mergulhos profundos em nós mesmos, na nossa essência, no nosso espírito, nas nossas piores condições. Não morri, mas estive triste, magoado. As coisas pareceram ruins demais. Fiquei sem esperança, decepcionado, frustrado. Deixei de acreditar em pessoas e instituições, me distanciei das coisas. Foi um espécie de coma rápido. E, enquanto via meu corpo ali, deitado, inerte, Einstein veio me falar. E me disse assim (*):
"Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, em me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas.
E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida -corpo e alma- integralmente tributária do trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada justifica a não ser pela violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito.
Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei impressionado pela máxima de Schopenhauer: "O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode querer o que quer"; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me tranqüiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim ou aos outros, a sério demais. Vejo então o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. E no entanto, como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos. Porque jamais considerei o prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a instintos de grupo.
Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e se não me obstino incansavelmente em perseguir este ideal eternamente inacessível na arte e na ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava.
Tenho forte amor pela justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso perdi algo da ingenuidade ou da inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais me firmo uma opinião, um hábito ou um julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente."
Falou e foi embora. E eu acordei. E pensei em tudo. E vi que, na verdade, não tinha morrido, mesmo. Só tinha ficado um pouco louco.
(*) trecho do livro Como vejo o mundo, de Albert Einstein, 17ª edição, capítulo 1, 'Como vejo o mundo'. Livro que eu encontrei e comecei a ler quando estava "em coma".
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