Da série "coisas bonitinhas (e úteis) que você pode achar na net"
O Exploratorium é um museu online de ilusões ópticas, bem legal. Entra lá e tenta não se maravilhar com as peças que o computador prega com seus olhos!
Baseado em fatos reais...
Diretamente de 31.78/35.22, mais conhecida como Jerusalém, escrevo para quem quiser ler - um pouco da vida e do dia-a-dia de um sujeito perdido em Israel.
24.6.03
Conversa de boteco
(Tirada daqui)
- Admiro as pessoas que falam, porque elas têm a coragem de se expor ao julgamento prévio das pessoas.
- Sei.
- É como aqueles alunos que levantam a mão toda vez que o professor pergunta se alguém tem alguma dúvida. Quase sempre a dúvida de um é a dúvida de muitos outros.
- A-hã.
- De certa forma, são como porta-vozes daqueles que não tiveram coragem de se expressar. Dão a cara a tapa, ficam vulneráveis, arriscam-se ao julgamento alheio ou de fazer papel de palhaço em nome da minoria silenciosa.
- Tá, tá. Eu sei aonde você quer chegar. Mas precisava perguntar ao professor de biologia o que acontece se uma mulher peida durante o sexo anal?
- Porra, vai dizer que só eu tinha essa dúvida? Tudo bem, um herói nunca recebe o devido reconhecimento.
- A-hã.
(Tirada daqui)
- Admiro as pessoas que falam, porque elas têm a coragem de se expor ao julgamento prévio das pessoas.
- Sei.
- É como aqueles alunos que levantam a mão toda vez que o professor pergunta se alguém tem alguma dúvida. Quase sempre a dúvida de um é a dúvida de muitos outros.
- A-hã.
- De certa forma, são como porta-vozes daqueles que não tiveram coragem de se expressar. Dão a cara a tapa, ficam vulneráveis, arriscam-se ao julgamento alheio ou de fazer papel de palhaço em nome da minoria silenciosa.
- Tá, tá. Eu sei aonde você quer chegar. Mas precisava perguntar ao professor de biologia o que acontece se uma mulher peida durante o sexo anal?
- Porra, vai dizer que só eu tinha essa dúvida? Tudo bem, um herói nunca recebe o devido reconhecimento.
- A-hã.
Matrix desvendado e Boris Casoy
Dicas para quem fica em Sampa nos próximos dias:
Matrix Reloaded - bastidores da produção com Eduardo Gurman
Na próxima quinta-feira, 26 de junho, às 20h15, venha conhecer detalhes da produção do filme Matrix Reloaded no Hillel São Paulo. O jovem Eduardo Gurman participou como integrante da equipe de motion capture da produção. Tem dado várias entrevistas na mídia brasileira, como na Folha de S. Paulo, MTV, entre outros. Ele irá nos ajudar a decifrar e entender parte dos efeitos especiais que foram trabalhados na produção desse sucesso de bilheteria, a partir de cenas do filme.
(O texto não é meu...! Os links são.)
Boris Casoy sem temas centrais
Amanhã (hoje), 24 de junho, às 21h, o jornalista (ele é jornalista? Agora me ocorreu a dúvida...) e apresentador da Rede Record Boris Casoy vai estar no Espaço K para um bate-papo informal com os jovens. De acordo com a entidade, será no esquema "pergunte o que quiser". Nenhum tema central vai necessariamente ditar o encontro, mas certamente a conversa vai tender para assuntos como profissão, mídia, judaísmo, anti-semitismo e outros relacionados.
Dicas para quem fica em Sampa nos próximos dias:
Matrix Reloaded - bastidores da produção com Eduardo Gurman
Na próxima quinta-feira, 26 de junho, às 20h15, venha conhecer detalhes da produção do filme Matrix Reloaded no Hillel São Paulo. O jovem Eduardo Gurman participou como integrante da equipe de motion capture da produção. Tem dado várias entrevistas na mídia brasileira, como na Folha de S. Paulo, MTV, entre outros. Ele irá nos ajudar a decifrar e entender parte dos efeitos especiais que foram trabalhados na produção desse sucesso de bilheteria, a partir de cenas do filme.
(O texto não é meu...! Os links são.)
Boris Casoy sem temas centrais
Amanhã (hoje), 24 de junho, às 21h, o jornalista (ele é jornalista? Agora me ocorreu a dúvida...) e apresentador da Rede Record Boris Casoy vai estar no Espaço K para um bate-papo informal com os jovens. De acordo com a entidade, será no esquema "pergunte o que quiser". Nenhum tema central vai necessariamente ditar o encontro, mas certamente a conversa vai tender para assuntos como profissão, mídia, judaísmo, anti-semitismo e outros relacionados.
Da série "coisas bonitinhas (e úteis) que você pode achar na net" 1
Sabe aquele CD piratão que você gravou com as músicas que baixou na internet? Que tal dar um toque pro nele? É só entrar neste site e colocar as informações que são pedidas. Rápido e rasteiro! Sua capa ficará prontinha em segundos, desde que você tenha o Acrobat Reader instalado no seu micro. Daí, e só imprimir, dobrar e colocar na caixa com o CD. Divirta-se!!
Da série "coisas bonitinhas (e úteis) que você pode achar na net" 2
O Kotel, (chamado também de "muro das lamentações") pode ser visto aqui, de longe, com imagens atualizadas minuto a minuto, ou aqui, de pertinho, como se estivéssemos lá. Gosto de entrar nesse site e colocar a imagem apontando para o céu, que é para onde olhava quando estava lá, de verdade. Eu me lembro de uma vez em que fui, com três amigos, à meia-noite para o muro, rezar. Chovia, fazia muito frio. Mas fomos e nos emocionamos muito. Eu olhava para o alto e chorava. Sinto muita saudade de Israel.
Da série "quando eu crescer eu quero ser..."
Quando eu crescer eu quero ser jornalista, claro. Mas, se eu pudesse escolher ser um super-herói, ou ter superpoderes, certamente seria capaz de me teletransportar! Já pensou que bárbaro? Ia vender perfumes em todo canto (isso foi apenas um espaço comercial!). Ou visitaria meus amigos do Rio, de Curitiba, de Recife, Natal, do Maranhão, os israelenses, argentinos, norte-americanos, canadenses, sul-africanos, os que moram longe de casa (sem gastar gasolina)... Putz, seria perfeito!
Da série "se tudo fosse igual a antes"
Se tudo fosse igual a antes, e se eu e ela não tivéssemos sido tão imaturos, e se eu e ela nunca tivéssemos feito cagadas suficientes para acabar com o namoro número um da minha vida (um na ordem, não necessariamente na importância), hoje, 24 de junho, comemoraria com ela oito anos de namoro. Muita coisa, né? E hoje ela nem me liga, nem me dá bola e ainda fica brava quando eu falo de alguma coisa do que passou nos três anos e meio em que ficamos juntos. Merda.
Sabe aquele CD piratão que você gravou com as músicas que baixou na internet? Que tal dar um toque pro nele? É só entrar neste site e colocar as informações que são pedidas. Rápido e rasteiro! Sua capa ficará prontinha em segundos, desde que você tenha o Acrobat Reader instalado no seu micro. Daí, e só imprimir, dobrar e colocar na caixa com o CD. Divirta-se!!
Da série "coisas bonitinhas (e úteis) que você pode achar na net" 2
O Kotel, (chamado também de "muro das lamentações") pode ser visto aqui, de longe, com imagens atualizadas minuto a minuto, ou aqui, de pertinho, como se estivéssemos lá. Gosto de entrar nesse site e colocar a imagem apontando para o céu, que é para onde olhava quando estava lá, de verdade. Eu me lembro de uma vez em que fui, com três amigos, à meia-noite para o muro, rezar. Chovia, fazia muito frio. Mas fomos e nos emocionamos muito. Eu olhava para o alto e chorava. Sinto muita saudade de Israel.
Da série "quando eu crescer eu quero ser..."
Quando eu crescer eu quero ser jornalista, claro. Mas, se eu pudesse escolher ser um super-herói, ou ter superpoderes, certamente seria capaz de me teletransportar! Já pensou que bárbaro? Ia vender perfumes em todo canto (isso foi apenas um espaço comercial!). Ou visitaria meus amigos do Rio, de Curitiba, de Recife, Natal, do Maranhão, os israelenses, argentinos, norte-americanos, canadenses, sul-africanos, os que moram longe de casa (sem gastar gasolina)... Putz, seria perfeito!
Da série "se tudo fosse igual a antes"
Se tudo fosse igual a antes, e se eu e ela não tivéssemos sido tão imaturos, e se eu e ela nunca tivéssemos feito cagadas suficientes para acabar com o namoro número um da minha vida (um na ordem, não necessariamente na importância), hoje, 24 de junho, comemoraria com ela oito anos de namoro. Muita coisa, né? E hoje ela nem me liga, nem me dá bola e ainda fica brava quando eu falo de alguma coisa do que passou nos três anos e meio em que ficamos juntos. Merda.
23.6.03
Genéricos
Remédios genéricos, todo mundo sabe, são mais baratos e tão eficientes como os "de marca". Perfumes genéricos também! Custam bem menos, têm o mesmo cheiro dos "originais" e ainda possuem um poder de fixação bastante grande, no caso dos "genéricos" da Fator 5. Quer saber onde encontrar? Comigo! É que, com a minha situação de novo desempregado, preciso de um extra pra pagar as contas! Então resolvi fazer algo que agrada a todos, mais que o jornalismo (hehe!).
O preço é bastante acessível. Um frasco de 30ml de qualquer marca sai por R$ 22. O de 60ml, R$ 31. As grifes disponíveis são várias, como CK One (EUA), Armani (Itália), Lou Lou (França), Anais Anais (França), Angel (França), Channel 5 (França), Paco (França), Dolce & Gabbana (Itália), Gabriela Sabatini (Argentina), Carolina Herrera (Espanha), Hugo Boss (Alemanha), Tommy (EUA), Polo (EUA), Fahrenheit (França)... No mercado esses perfumes podem custar entre R$ 60 e R$ 220... Por isso, fique com os perfumes genéricos! É só marcar uma visita comigo!!!
Remédios genéricos, todo mundo sabe, são mais baratos e tão eficientes como os "de marca". Perfumes genéricos também! Custam bem menos, têm o mesmo cheiro dos "originais" e ainda possuem um poder de fixação bastante grande, no caso dos "genéricos" da Fator 5. Quer saber onde encontrar? Comigo! É que, com a minha situação de novo desempregado, preciso de um extra pra pagar as contas! Então resolvi fazer algo que agrada a todos, mais que o jornalismo (hehe!).
O preço é bastante acessível. Um frasco de 30ml de qualquer marca sai por R$ 22. O de 60ml, R$ 31. As grifes disponíveis são várias, como CK One (EUA), Armani (Itália), Lou Lou (França), Anais Anais (França), Angel (França), Channel 5 (França), Paco (França), Dolce & Gabbana (Itália), Gabriela Sabatini (Argentina), Carolina Herrera (Espanha), Hugo Boss (Alemanha), Tommy (EUA), Polo (EUA), Fahrenheit (França)... No mercado esses perfumes podem custar entre R$ 60 e R$ 220... Por isso, fique com os perfumes genéricos! É só marcar uma visita comigo!!!
22.6.03
Ex
Alguém pode me explicar o por quê de as ex-namoradas odiarem tanto quando se toca em assuntos do namoro, como se eles nunca tivessem ocorrido?! E alguém pode me explicar porque as ex sempre iam te ligar justamente no dia anterior ao que você resolve ligar pra elas, mas na verdade nunca ligam?
Eu gostaria de entender essas coisas...
Alguém pode me explicar o por quê de as ex-namoradas odiarem tanto quando se toca em assuntos do namoro, como se eles nunca tivessem ocorrido?! E alguém pode me explicar porque as ex sempre iam te ligar justamente no dia anterior ao que você resolve ligar pra elas, mas na verdade nunca ligam?
Eu gostaria de entender essas coisas...
Quem você pensa que é?
Vi, com a Camila e a Renata, Por um fio (Phone booth). São apenas 81 minutos, menos de uma hora e meia. A sensação, quando acaba, é de "quero mais". Apesar disso, se o filme tivesse cinco minutos menos, seria perfeito. Ele cai, nesse tempo final, em um verdadeiro show de mesmices e de clichês...
Até esse ponto, contudo, o filme (cujas cenas são rodadas ao redor de uma cabine telefônica em Nova York) sabe muito bem como prender a atenção. E levanta alguns questionamentos importantes (ética, verdades, mentiras e omissões, falsidade, auto-promoção etc) -dá vontade de confessar todos os pecados ao sair do cinema! Ao mesmo tempo, outra coisa passa pela cabeça: quem é que pode julgar o que é certo ou errado na vida dos outros? E quem é que, afinal, faz de si mesmo esses julgamentos, já que, na verdade, estamos todos tão preocupados em julgar os atos dos outros?
Destaque especial para o site, que não conta o filme mas traz diversos lances dele. Vale a pena, tanto passear pelo virtual como ir ao cinema se deliciar com o filme. Pena, apenas, que ele não é um pouco mais longo! Segredo: quando fui ver O homem que copiava, anteontem, entrei de bico e vi o comecinho de Por um fio. O suficiente apenas para ficar com gostinho de quero mais. Ainda não passou!
Vi, com a Camila e a Renata, Por um fio (Phone booth). São apenas 81 minutos, menos de uma hora e meia. A sensação, quando acaba, é de "quero mais". Apesar disso, se o filme tivesse cinco minutos menos, seria perfeito. Ele cai, nesse tempo final, em um verdadeiro show de mesmices e de clichês...
Até esse ponto, contudo, o filme (cujas cenas são rodadas ao redor de uma cabine telefônica em Nova York) sabe muito bem como prender a atenção. E levanta alguns questionamentos importantes (ética, verdades, mentiras e omissões, falsidade, auto-promoção etc) -dá vontade de confessar todos os pecados ao sair do cinema! Ao mesmo tempo, outra coisa passa pela cabeça: quem é que pode julgar o que é certo ou errado na vida dos outros? E quem é que, afinal, faz de si mesmo esses julgamentos, já que, na verdade, estamos todos tão preocupados em julgar os atos dos outros?
Destaque especial para o site, que não conta o filme mas traz diversos lances dele. Vale a pena, tanto passear pelo virtual como ir ao cinema se deliciar com o filme. Pena, apenas, que ele não é um pouco mais longo! Segredo: quando fui ver O homem que copiava, anteontem, entrei de bico e vi o comecinho de Por um fio. O suficiente apenas para ficar com gostinho de quero mais. Ainda não passou!
Olha a cobra!!!
Festas juninas são ótimas. Ontem estava pensando e acho que é a única festa popular genuinamente brasileira. Há outras, claro, como bumba-meu-boi, mas não são comemoradas pelo país afora, como a festa de São João. Estive em uma, em Atibaia, ontem. E adorei. Me lembrei de quando estudava no Miguel de Cervantes e dançava a quadrilha, em uma festa junina super animada e cheia de gente. A de Atibaia não foi diferente: muita comida, doces deliciosos (alguém já comeu gelatina de pinga?! Muito bom!), música (incluindo um bom e velho forró), bastante gente...
Nada como, de vez em quando, voltar à infância e às coisas gostosas que se fazia quando pequeno!
Festas juninas são ótimas. Ontem estava pensando e acho que é a única festa popular genuinamente brasileira. Há outras, claro, como bumba-meu-boi, mas não são comemoradas pelo país afora, como a festa de São João. Estive em uma, em Atibaia, ontem. E adorei. Me lembrei de quando estudava no Miguel de Cervantes e dançava a quadrilha, em uma festa junina super animada e cheia de gente. A de Atibaia não foi diferente: muita comida, doces deliciosos (alguém já comeu gelatina de pinga?! Muito bom!), música (incluindo um bom e velho forró), bastante gente...
Nada como, de vez em quando, voltar à infância e às coisas gostosas que se fazia quando pequeno!
JUCA
Este é um post especial para que os meus amigos da Metodista contem como foram os Jogos Universitários de Comunicação e Artes, conhecidos popularmente como "JUCA" (e que de "jogos", "comunicação" e "artes" têm muito pouco!!!)! E aí, galera?! A Metô ganhou alguma coisa (em 98, quando eu fui, não ganhamos nem experiência!)? Como foi a torcida? E as baladas? E o alojamento, muito podre?! E os flats e hotéis, muito luxo?! Contem tudo, hein?!
Este é um post especial para que os meus amigos da Metodista contem como foram os Jogos Universitários de Comunicação e Artes, conhecidos popularmente como "JUCA" (e que de "jogos", "comunicação" e "artes" têm muito pouco!!!)! E aí, galera?! A Metô ganhou alguma coisa (em 98, quando eu fui, não ganhamos nem experiência!)? Como foi a torcida? E as baladas? E o alojamento, muito podre?! E os flats e hotéis, muito luxo?! Contem tudo, hein?!
21.6.03
Passeio pelo centro
Ontem, depois que a Cibelle me arrancou de casa, fomos dar uma volta no centro de Sampa. Há tempos não fazia isso. Tomamos um ônibus e descemos no Largo São Francisco. Caminhamos até a Galeria do Rock, onde encontramos e conversamos sobre diversas tribos: góticos, punks, rappers, a galera das tattoos e dos piercings...
Depois, simplesmente andamos. E passamos pelas ruas do centro, vimos os jardins cuidados, o policiamento ostensivo (isso sinceramente me agride -seria melhor não precisar deles por ali), os prédios que estão sendo reformados... Entramos na Catedral da Sé e vimos de longe o Pátio do Colégio, cruzamos a esquina mais famosa da cidade e chegamos à Consolação.
Adoro o centro. Quando caminho pelas ruas de lá sinto-me em casa. É como se eu estivesse voltando a um lugar do qual nunca deveria ter saído -mesmo nunca tendo vivido ali. É pena que eu não tinha levado minha câmera. Também pela primeira vez em anos, saí de casa sem carteira, sem relógio, apenas com meu telefone, carteirinha de estudante e RG. Era a forma de dizer que para mim o tempo poderia passar tranqüilo -eu não me importaria com isso.
Quero voltar ao centro. Logo.
Ontem, depois que a Cibelle me arrancou de casa, fomos dar uma volta no centro de Sampa. Há tempos não fazia isso. Tomamos um ônibus e descemos no Largo São Francisco. Caminhamos até a Galeria do Rock, onde encontramos e conversamos sobre diversas tribos: góticos, punks, rappers, a galera das tattoos e dos piercings...
Depois, simplesmente andamos. E passamos pelas ruas do centro, vimos os jardins cuidados, o policiamento ostensivo (isso sinceramente me agride -seria melhor não precisar deles por ali), os prédios que estão sendo reformados... Entramos na Catedral da Sé e vimos de longe o Pátio do Colégio, cruzamos a esquina mais famosa da cidade e chegamos à Consolação.
Adoro o centro. Quando caminho pelas ruas de lá sinto-me em casa. É como se eu estivesse voltando a um lugar do qual nunca deveria ter saído -mesmo nunca tendo vivido ali. É pena que eu não tinha levado minha câmera. Também pela primeira vez em anos, saí de casa sem carteira, sem relógio, apenas com meu telefone, carteirinha de estudante e RG. Era a forma de dizer que para mim o tempo poderia passar tranqüilo -eu não me importaria com isso.
Quero voltar ao centro. Logo.
Qual a mensagem?
Vi O homem que copiava, típico filme cujo "final feliz" é esperado desde o início. O problema não é esse. É a mensagem politicamente incorreta que passa: afinal, o crime compensa? É o que parece, para quem sai do cinema satisfeito com a história de André, "operador de fotocopiadora" que acaba se transformando em um criminoso (e que sugere ser um desde a cena inicial).
É claro que o crime não compensa, e que isso fique claro. Mas o filme, que é muito bom em diversos aspectos (eu gostei muito), peca em deixar no ar a questão, fazendo com que alguns acreditem mesmo que matar, tramar, roubar, falsificar, explodir e ferir são coisas tão comuns que se tornam aceitáveis. Não o são! Talvez o filme se trate exatamente disso: uma crítica à banalização da violência, do mal.
Tudo isso é muito filosófico, mas a verdade é que desde o início do filme o espectador se sensibiliza com o drama de André e torce por ele a cada nova cena. E tudo gira ao redor de uma questão bem comum para o brasileiro médio, aproximando O homem... de uma feroz crítica social: o dinheiro, ou a falta dele. De acordo com o diretor, o gaúcho Jorge Furtado, "o dinheiro é quase um quinto personagem da história".
Por último, ficou a pulga atrás da orelha: o que foi aquela galinha dentro do armário? Se alguém conseguiu desvendar, por favor explique! Eu vou escrever pro diretor em busca de uma resposta!
Vi O homem que copiava, típico filme cujo "final feliz" é esperado desde o início. O problema não é esse. É a mensagem politicamente incorreta que passa: afinal, o crime compensa? É o que parece, para quem sai do cinema satisfeito com a história de André, "operador de fotocopiadora" que acaba se transformando em um criminoso (e que sugere ser um desde a cena inicial).
É claro que o crime não compensa, e que isso fique claro. Mas o filme, que é muito bom em diversos aspectos (eu gostei muito), peca em deixar no ar a questão, fazendo com que alguns acreditem mesmo que matar, tramar, roubar, falsificar, explodir e ferir são coisas tão comuns que se tornam aceitáveis. Não o são! Talvez o filme se trate exatamente disso: uma crítica à banalização da violência, do mal.
Tudo isso é muito filosófico, mas a verdade é que desde o início do filme o espectador se sensibiliza com o drama de André e torce por ele a cada nova cena. E tudo gira ao redor de uma questão bem comum para o brasileiro médio, aproximando O homem... de uma feroz crítica social: o dinheiro, ou a falta dele. De acordo com o diretor, o gaúcho Jorge Furtado, "o dinheiro é quase um quinto personagem da história".
Por último, ficou a pulga atrás da orelha: o que foi aquela galinha dentro do armário? Se alguém conseguiu desvendar, por favor explique! Eu vou escrever pro diretor em busca de uma resposta!
20.6.03
Destino
Eu queria que os meus professores -todos eles- soubessem que eu virei jornalista. Acho que algum deles, lá atrás, deve ser culpado por isso! Talvez uma professora que eu tive no primário que uma vez penou para me convencer que o nome do carro era Belina, e não "Abelina"...! É que eu tinha "certeza absoluta" de que o nome tinha algo a ver com as abelhas. Tenho algumas memórias muito queridas da minha época de escola. E gostaria que todos os meus professores soubessem o que eu virei. Acho que eles se orgulhariam...!
Eu queria que os meus professores -todos eles- soubessem que eu virei jornalista. Acho que algum deles, lá atrás, deve ser culpado por isso! Talvez uma professora que eu tive no primário que uma vez penou para me convencer que o nome do carro era Belina, e não "Abelina"...! É que eu tinha "certeza absoluta" de que o nome tinha algo a ver com as abelhas. Tenho algumas memórias muito queridas da minha época de escola. E gostaria que todos os meus professores soubessem o que eu virei. Acho que eles se orgulhariam...!
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