E eu com a ilusão de que acordo muito cedo... Acabei de ouvir alguém que sai da cama às quatro da madrugada para vir à faculdade...!
Baseado em fatos reais...
Diretamente de 31.78/35.22, mais conhecida como Jerusalém, escrevo para quem quiser ler - um pouco da vida e do dia-a-dia de um sujeito perdido em Israel.
24.2.03
23.2.03
Arte
Para quem curte fotos de nu artístico, este site é muito bom. Além de bem feito, tem fotos muito bem produzidas. Vale a pena a visita. E não venham me chamar de tarado! Isso é arte!
Kama Sutra
E ainda na linha do "quem não tem cão caça com gato" (ou: "já que não temos no real, vamos brincar no virtual mesmo"), uma dica que veio lá do "pé" do Brasil.
Pra pensar na cama
Vai entender...
Para quem curte fotos de nu artístico, este site é muito bom. Além de bem feito, tem fotos muito bem produzidas. Vale a pena a visita. E não venham me chamar de tarado! Isso é arte!
Kama Sutra
E ainda na linha do "quem não tem cão caça com gato" (ou: "já que não temos no real, vamos brincar no virtual mesmo"), uma dica que veio lá do "pé" do Brasil.
Pra pensar na cama
Vai entender...
Fotos!!!!!
A festa de ontem foi maravilhosa, super emocionante! Como eu já tinha previsto, me senti um velho ao ver minha prima debutando! Mas me enchi de orgulho! E de emoção, mesmo! Enfim, sem mais delongas, as fotos da balada!
FOTO 1 | FOTO 2 | FOTO 3 | FOTO 4 | FOTO 5
Legendar é preciso!
FOTO 1 >>
Aquele momento de silêncio e vergonha antes da valsa começar
FOTO 2 >>
A Bruna, minha prima, e eu, com cara de orgulhoso!
FOTO 3 >>
Eu e a Paty, dois dos primos orgulhosos da debutante
FOTO 4 >>
A Gigi, irmã da Bruna, e eu
FOTO 5 >>
Minha irmã (tirem os olhos!) e a Gigi
A festa de ontem foi maravilhosa, super emocionante! Como eu já tinha previsto, me senti um velho ao ver minha prima debutando! Mas me enchi de orgulho! E de emoção, mesmo! Enfim, sem mais delongas, as fotos da balada!
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Legendar é preciso!
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Aquele momento de silêncio e vergonha antes da valsa começar
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A Bruna, minha prima, e eu, com cara de orgulhoso!
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Eu e a Paty, dois dos primos orgulhosos da debutante
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A Gigi, irmã da Bruna, e eu
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Minha irmã (tirem os olhos!) e a Gigi
22.2.03
Curtas
Dica que vem lá de Salvador, do meu amigo Roberto Camara Jr.: Porta Curtas, site com diversos curta-metragens para assistir. Vale a pena conferir!
Dica que vem lá de Salvador, do meu amigo Roberto Camara Jr.: Porta Curtas, site com diversos curta-metragens para assistir. Vale a pena conferir!
Debutar
debutante [Do fr. débutante.] S. f. Gal. 1. Mocinha que se estréia na vida social.
padrinho [Do lat. vulg. *patrinu, dim. de pater, 'pai'.] S. m. 1. Testemunha de batismo, casamento, duelo, etc. 2. Ant. Aquele que acompanhava o doutorando a receber o capelo. [Sin., ant., nessas acepç.: paraninfo.] 3. Fig. Protetor, patrono, paraninfo. 4. Paraninfo (3). [Fem.: madrinha.] 5. Bras. BA Rel. Pai-de-santo, nos candomblés de caboclo.
Sou padrinho da minha prima, a Bruna(*), nove anos mais nova que eu, portanto uma debutante. Estou hiper orgulhoso! Lembro-me tão bem de quando ela nasceu! Eu ainda andava uniformizado, com o arco-íris e a silhueta do Dom Quixote na camiseta! Tem até uma foto, que eu vou tentar conseguir, na qual eu e a minha irmã, que tinha 7, aparecemos na porta do quarto, na maternidade... Essas coisas servem pra nos fazer sentir velhos, né?! Mas eu estou orgulhoso, mesmo! Depois coloco aqui as fotos da festa! Vou de smoking, claro! E vou precisar desenferrujar meus passinhos de valsa!
(*) na foto, a Bruna, de camiseta preta, está com a Gigi e o Kaíque, meus priminhos mais novos!
debutante [Do fr. débutante.] S. f. Gal. 1. Mocinha que se estréia na vida social.
padrinho [Do lat. vulg. *patrinu, dim. de pater, 'pai'.] S. m. 1. Testemunha de batismo, casamento, duelo, etc. 2. Ant. Aquele que acompanhava o doutorando a receber o capelo. [Sin., ant., nessas acepç.: paraninfo.] 3. Fig. Protetor, patrono, paraninfo. 4. Paraninfo (3). [Fem.: madrinha.] 5. Bras. BA Rel. Pai-de-santo, nos candomblés de caboclo.
Sou padrinho da minha prima, a Bruna(*), nove anos mais nova que eu, portanto uma debutante. Estou hiper orgulhoso! Lembro-me tão bem de quando ela nasceu! Eu ainda andava uniformizado, com o arco-íris e a silhueta do Dom Quixote na camiseta! Tem até uma foto, que eu vou tentar conseguir, na qual eu e a minha irmã, que tinha 7, aparecemos na porta do quarto, na maternidade... Essas coisas servem pra nos fazer sentir velhos, né?! Mas eu estou orgulhoso, mesmo! Depois coloco aqui as fotos da festa! Vou de smoking, claro! E vou precisar desenferrujar meus passinhos de valsa!
(*) na foto, a Bruna, de camiseta preta, está com a Gigi e o Kaíque, meus priminhos mais novos!
Lembranças
Músicas e perfumes são as coisas que mais fortemente ativam nossa memória. Toda vez que passa por mim alguém usando Giovanna Baby eu me lembro da minha primeira namorada, que hoje é estudante de pós-graduação (e ela era tão novinha...!). Essa mesma namorada me deu em um dos quatro aniversários que passei ao seu lado um frasco de perfume e uma promessa: a de que, enquanto o conteúdo não acabasse -o que ainda não aconteceu!-, o amor também não acabaria. Coisas em que acreditamos quando somos crianças!
Conto tudo isso porque estava ouvindo hoje uma canção que me trouxe muito boas memórias. Eu era criança, exageradamente tímido (daqueles que são duros, não olham acima da linha do queixo, usam relógio para ter para onde olhar a cada cinco minutos etc). Tinha 15 anos e me lembro disso porque estava em uma festa de 15 anos. A aniversariante era caidinha por mim, mas eu estava caidão por uma outra garota, amiga da debutante!
Eis que eu não reunia forças e coragem para falar com a menina. E começou a tocar uma canção (a mesma que ouvi hoje, Beija-flor). Não foi naquela hora que eu a tirei para dançar! Só conseguia ficar cantarolando Yo quiero te namorar, amor sem tirar os olhos dela. Na música seguinte (ou umas 200 depois, o que é mais provável), eu a convidei para bailar. Ela se chama Taís. Nunca aconteceu nada além daquela dança lenta (tímidos não arriscam passos mais rápidos que o caminhar!). Mas sempre que ouço Beija-flor, lembro daquela noite.
Anos depois fui aprender a dançar e, naquela época, costumava dizer que por causa da Taís eu tinha resolvido entrar em um curso (onde fiquei três anos!). Perdi a timidez, deixei de ser criança, mas Giovanna Baby e Beija-flor ainda hoje mexem comigo!
Como é doce o beijo quando vem da sua boca
Dá uma vontade de levar você comigo
...
Teu lábio é tão doce, doce feito mel
Toda azul sua beleza feito a cor do céu
Quero me aquecer sentir o seu calor
Rolar prá lá na cama, te chamar de amor
Fazer mil poesias prá te conquistar
Deixá-la simplesmente coberta de flor
Quero me aquecer sentir o seu sabor
Amor, é só me chamar que eu vou
Só me chamar
Me chama que eu vou
Músicas e perfumes são as coisas que mais fortemente ativam nossa memória. Toda vez que passa por mim alguém usando Giovanna Baby eu me lembro da minha primeira namorada, que hoje é estudante de pós-graduação (e ela era tão novinha...!). Essa mesma namorada me deu em um dos quatro aniversários que passei ao seu lado um frasco de perfume e uma promessa: a de que, enquanto o conteúdo não acabasse -o que ainda não aconteceu!-, o amor também não acabaria. Coisas em que acreditamos quando somos crianças!
Conto tudo isso porque estava ouvindo hoje uma canção que me trouxe muito boas memórias. Eu era criança, exageradamente tímido (daqueles que são duros, não olham acima da linha do queixo, usam relógio para ter para onde olhar a cada cinco minutos etc). Tinha 15 anos e me lembro disso porque estava em uma festa de 15 anos. A aniversariante era caidinha por mim, mas eu estava caidão por uma outra garota, amiga da debutante!
Eis que eu não reunia forças e coragem para falar com a menina. E começou a tocar uma canção (a mesma que ouvi hoje, Beija-flor). Não foi naquela hora que eu a tirei para dançar! Só conseguia ficar cantarolando Yo quiero te namorar, amor sem tirar os olhos dela. Na música seguinte (ou umas 200 depois, o que é mais provável), eu a convidei para bailar. Ela se chama Taís. Nunca aconteceu nada além daquela dança lenta (tímidos não arriscam passos mais rápidos que o caminhar!). Mas sempre que ouço Beija-flor, lembro daquela noite.
Anos depois fui aprender a dançar e, naquela época, costumava dizer que por causa da Taís eu tinha resolvido entrar em um curso (onde fiquei três anos!). Perdi a timidez, deixei de ser criança, mas Giovanna Baby e Beija-flor ainda hoje mexem comigo!
Como é doce o beijo quando vem da sua boca
Dá uma vontade de levar você comigo
...
Teu lábio é tão doce, doce feito mel
Toda azul sua beleza feito a cor do céu
Quero me aquecer sentir o seu calor
Rolar prá lá na cama, te chamar de amor
Fazer mil poesias prá te conquistar
Deixá-la simplesmente coberta de flor
Quero me aquecer sentir o seu sabor
Amor, é só me chamar que eu vou
Só me chamar
Me chama que eu vou
21.2.03
Sim, há vida inteligente entre nós!
Estou chegando da faculdade. Mais um dia cansativo de aulas e janelas (mais janelas que aulas!)... Mas, estou muito contente! Sei que foi uma cagada ter trancado a faculdade no meu último semestre, quando tinha a chance de logo acabar, por ideais e tal. Só que eu acabei ganhando com isso. Claro que perdi tempo e, bem ou mal, estou perdendo dinheiro. Mas o curso está tão aprimorado, os professores estão tão mais bem preparados, a infra-estrutura está tão melhorada, que eu fico pensando que -no fim das contas- fiz um bom negócio.
Começo este semestre com muito pique. As matérias nas quais estou matriculado (muitas delas teóricas) estão me apaixonando de novo pelo jornalismo, me levando de volta àquela época de idealismo profissional meu. Lembro-me muito bem de quando voltei da matrícula, nos idos de 1997, com o nome das matérias na mão e comentava com meu pai como estava excitado com os temas. Há tempos não sentia mais isso. E agora, de novo, essa coisa aparece em mim.
Claro que sinto muita saudade e nostalgia daqueles tempos em que tudo era novidade, tinha aquela turminha de sempre, tinha o pastel e o barzinho toda noite, "pulinhos" até o meu apartamento no horário de aula, era só curtição... Confesso que, depois de todo esse tempo, só agora estou encarando a faculdade com a seriedade que deveria ter tido desde o começo... E com uma dificuldade tremenda de guardar o nome de tanta gente (são oito turmas, com cerca de oitenta alunos em cada!!!). E, ainda, o desafio de me reacostumar a acordar às seis da manhã, a pior parte de tudo isso!
A verdade disso tudo é uma só: pela primeira vez, também, sinto que eu (e não só eu, claro) estou sendo tratado pelo curso, pelos professores, pela inteligência das disciplinas e do novo sistema acadêmico como um ser pensante, enfim.
Estou chegando da faculdade. Mais um dia cansativo de aulas e janelas (mais janelas que aulas!)... Mas, estou muito contente! Sei que foi uma cagada ter trancado a faculdade no meu último semestre, quando tinha a chance de logo acabar, por ideais e tal. Só que eu acabei ganhando com isso. Claro que perdi tempo e, bem ou mal, estou perdendo dinheiro. Mas o curso está tão aprimorado, os professores estão tão mais bem preparados, a infra-estrutura está tão melhorada, que eu fico pensando que -no fim das contas- fiz um bom negócio.
Começo este semestre com muito pique. As matérias nas quais estou matriculado (muitas delas teóricas) estão me apaixonando de novo pelo jornalismo, me levando de volta àquela época de idealismo profissional meu. Lembro-me muito bem de quando voltei da matrícula, nos idos de 1997, com o nome das matérias na mão e comentava com meu pai como estava excitado com os temas. Há tempos não sentia mais isso. E agora, de novo, essa coisa aparece em mim.
Claro que sinto muita saudade e nostalgia daqueles tempos em que tudo era novidade, tinha aquela turminha de sempre, tinha o pastel e o barzinho toda noite, "pulinhos" até o meu apartamento no horário de aula, era só curtição... Confesso que, depois de todo esse tempo, só agora estou encarando a faculdade com a seriedade que deveria ter tido desde o começo... E com uma dificuldade tremenda de guardar o nome de tanta gente (são oito turmas, com cerca de oitenta alunos em cada!!!). E, ainda, o desafio de me reacostumar a acordar às seis da manhã, a pior parte de tudo isso!
A verdade disso tudo é uma só: pela primeira vez, também, sinto que eu (e não só eu, claro) estou sendo tratado pelo curso, pelos professores, pela inteligência das disciplinas e do novo sistema acadêmico como um ser pensante, enfim.
20.2.03
Para os fãs da França...
(Aquele país que está contra a guera dos EUA ao Iraque e que, por isso, já está sofrendo boicote...): vitórias? Que vitórias?!!!
(Aquele país que está contra a guera dos EUA ao Iraque e que, por isso, já está sofrendo boicote...): vitórias? Que vitórias?!!!
Impressão Digital
Esse é o nome do veículo que vamos, numa matéria do primeiro ano, produzir durante este semestre. Dentro de pouco mais de um mês haverá textos meus e do resto da tchurma lá! Estava espiando agora na net e achei projetos parecidos muito interessantes, como o Triálogos, da Universidade Estadual de Londrina e o UNISANTA Online, da universidade santista... Interessante também o Klepsidra, projeto de estudantes de história (tema que vai acabar sendo recorrente!).
Esse é o nome do veículo que vamos, numa matéria do primeiro ano, produzir durante este semestre. Dentro de pouco mais de um mês haverá textos meus e do resto da tchurma lá! Estava espiando agora na net e achei projetos parecidos muito interessantes, como o Triálogos, da Universidade Estadual de Londrina e o UNISANTA Online, da universidade santista... Interessante também o Klepsidra, projeto de estudantes de história (tema que vai acabar sendo recorrente!).
Econo o quê?
(Da Metô)
Eu deveria ter aula de Economia Internacional hoje, mas o professor faltou! Confesso que, embora meu ódio e pavor aos números sejam sabidos, estava ansioso para começar nessa matéria... Pena... Agora vou ficar aqui, lendo sem entender os cadernos de Economia da Folha (Copom sobe juro para 26,5% e eleva compulsório), do Estadão (Analistas de Wall Street elogiam Copom, mas prevêem mais aperto), do Último Segundo (Dinheiro curto e caro pode arranhar confiança no governo, dizem analistas ) e outros por aí... Preciso fazer o tempo passar, minha próxima aula é às 14h...
Pra falar a verdade, vou mesmo é começar a ler Era dos Extremos, para a matéria de História Contemporênea. A aula de ontem à noite foi apaixonante! Quando acabou, deu vontade de aplaudir o professor, José Salvador Faro!!! Acho que não é à toa que eu quero estudar história, na minha pós-graduação! Eu disse isso a ele e ouvi um incentivo para não desistir da idéia!
(Da Metô)
Eu deveria ter aula de Economia Internacional hoje, mas o professor faltou! Confesso que, embora meu ódio e pavor aos números sejam sabidos, estava ansioso para começar nessa matéria... Pena... Agora vou ficar aqui, lendo sem entender os cadernos de Economia da Folha (Copom sobe juro para 26,5% e eleva compulsório), do Estadão (Analistas de Wall Street elogiam Copom, mas prevêem mais aperto), do Último Segundo (Dinheiro curto e caro pode arranhar confiança no governo, dizem analistas ) e outros por aí... Preciso fazer o tempo passar, minha próxima aula é às 14h...
Pra falar a verdade, vou mesmo é começar a ler Era dos Extremos, para a matéria de História Contemporênea. A aula de ontem à noite foi apaixonante! Quando acabou, deu vontade de aplaudir o professor, José Salvador Faro!!! Acho que não é à toa que eu quero estudar história, na minha pós-graduação! Eu disse isso a ele e ouvi um incentivo para não desistir da idéia!
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